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No dia 04 de outubro um artigo publicado na revista Veja foi motivo de mais uma polêmica envolvendo o povo evangélico brasileiro. Sob o título “Essa gente incômoda” o jornalista J.R Guzzo trouxe um texto um tanto confuso, hora parecendo criticar a esquerda que se diz “pensante”, ora criticando a comunidade evangélica, acusando-a de ser composta por membros ignorantes e líderes charlatões. Guzzo se mostrou um jornalista um tanto oportunista que não procurou conhecer o grupo que seria alvo de seu artigo crítico, invocando para a grande maioria os erros cometidos por uma minoria de falsos líderes, nivelando todos por uma régua injusta e tendenciosa.

O texto termina da seguinte forma: “Em todo caso, para quem não gosta dessas realidades, é bom saber que os evangélicos, muito provavelmente, são um problema sem solução.” É interessante que em um país onde a corrupção mata milhões de brasileiros e joga outros milhões na miséria; um país onde nos carnavais milhares de pessoas morrem bêbadas e drogadas, além de contraírem todo tipo de doença sexualmente transmissível; um país onde colocar uma criança para apalpar homem nu virou arte, um jornalista faz um artigo taxando os evangélicos - que em sua maioria contribui de forma imensurável para a diminuição de crimes, de doenças sexuais, que não andam fazendo baderna pelas ruas, promovendo quebradeiras de patrimônio público e particular – de “um problema sem solução”.

O título “Essa gente incômoda” tem uma carga um tanto pejorativa e crítica, mas em sua essência é um rótulo que cabe bem à igreja do Senhor; na verdade esse título me trouxe mais satisfação do que incômodo. Nos últimos 20 anos o movimento evangélico passou por um crescimento extraordinário – digo em número – com a influência do “movimento gospel”, artistas e intelectuais apareciam na grande mídia se declarando evangélicos, influenciando um grande número de pessoas a se rotularem como tal. Com a exposição na grande mídia começou se achar “maneiro” se evangélico, acendendo no povo um verdadeiro modismo gospel. O mundo estava achando legal ser “crente”; o mundo estava nos amando.

Muitos líderes e membros de igrejas viam este “amor” do mundo, das grandes mídias, pelos evangélicos como algo positivo, comemoravam cada vez que alguma celebridade aparecia na mídia se declarando evangélica. Eu sempre me incomodei com essa parceria mundo/igreja, mas agora me parece ter acendido uma pequena luz no fim do túnel, e o texto “Essa gente incômoda” me trouxe a esperança de que a igreja está começando a assumir a sua postura protestante, com isso desatando os laços de amizades com o sistema mundano.

A religião tem sido discutida, criticada, elogiada e procurada das mais variadas formas atualmente. A idéia de um Estado ateu (e não laico) tem dominado o pensamento de muitos. Desprezam a liberdade religiosa e a dialética teológica, filosófica e sociológica para tentar impor ideologias danosas à sociedade. Com a resistência que parte da igreja evangélica tem oferecido a tudo isso o mundo começou mostrar sua verdadeira face de ódio aos seguidores de Cristo, o que me deixa satisfeito, pois isso revela na prática o que Jesus declarou sobre como deve ser o relacionamento Igreja/Sistema mundano. Vejamos as palavras de Cristo:

“Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, odiou a mim. Se vós fosseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia.” (João 15.18-19)

Por essas palavras de Jesus eu me satisfaço com o texto do jornalista Guzzo, pois ele revela o rompimento do coleguismo entre a igreja e o mundo, onde um grupo de pessoas, seguidoras de Cristo, não se conformam com esse sistema implantado pelas forças malignas. Essa gente incomoda porque vem na contramão desse sistema nefasto. Minha oração é possamos continuar sendo “essa gente incômoda”, pois melhor é agradar a Deus do que aos homens. E num futuro muito próximo, ao iniciar-se a grande tribulação, após o esperado evento do arrebatamento da igreja, os que ficarem aqui chorarão de saudades de serem incomodados por “essa gente”.

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