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Os que existem (são) segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne, pois só pensam nas coisas terrenas, como: quando se dará a restauração do reino a Israel, circuncisão do prepúcio da carne, linhagem, tribo, herança terrena, fábulas, genealogias, etc.

A inclinação da carne é morte, perdição, pois não se sujeita à lei de Deus, mas, sim, a mandamentos de homens, portanto, não podem agradar a Deus.

Carne VS Espírito

"Que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível." (Hb 7:16)

Introdução

É comum, em nossos dias, ouvirmos nos púlpitos cristãos que, no interior de cada cristão, há uma luta entre a carne e o espírito. Embora, os pregadores citem passagens das cartas do apóstolo Paulo para falar de uma luta entre a carne e o espírito, o pensamento que reproduzem, na verdade, é conforme a filosofia de Platão, um filósofo grego que viveu em Atenas, em 348 a 347 a.C.

Platão, patrono da doutrina espírita, apresenta em seu diálogo Fedro, o homem como cocheiro de um carro conduzindo uma parelha de cavalos:

“Com efeito, todos os corpos movidos por um agente exterior são inanimados, enquanto o corpo movido de dentro é animado, pois que ele é o movimento e natureza da alma. O que se move a si mesmo não pode ser outra coisa senão a alma, logo a alma é simultaneamente incriada e imortal. (...) a alma pode comparar-se a não sei que força activa e natural que unisse um carro a uma parelha de cavalos alados conduzidos por um cocheiro. Os cavalos dos deuses são de boa raça, mas os dos outros seres são mestiços. Quanto a nós, somos os cocheiros de uma atrelagem puxada por dois cavalos, sendo um belo e bom, de boa raça, e o outro precisamente o contrário, de natureza oposta, de onde vem a dificuldade de conduzirmos o nosso próprio carro.” – Cf. Platão, Fedro, Lisboa, Guimarães Editores, 1994, 5ª ed., ps. 58-59.

Agostinho reproduziu esse pensamento, em suas confissões:

“[...] da lodosa concupiscência da minha carne e do borbulhar da juventude, exalavam-se vapores que me enevoavam e ofuscavam o coração, a ponto de não se distinguir o amor sereno do prazer tenebroso.” (AGOSTINHO, 2010, p. 36 [II, 2]).

“O inimigo [ou seja, o demônio] dominava o meu querer e dele me forjava uma cadeia com que me apertava. [...]. Assim, duas vontades, uma concupiscente [...] e outra espiritual, batalhavam mutuamente em mim. Discordando, dilaceravam-me a alma” (AGOSTINHO, 2010, p. 113 [VIII, 5]).

Billy Graham, em seu livro ‘O poder do Espírito Santo’, através da parábola dos dois cachorros, ilustra o que chama de luta da carne contra o espírito, abordagem semelhante à abordagem de Platão:

“Um pescador esquimó vinha, a cada sábado, à tarde, à cidade. Sempre trazia consigo seus dois cachorros, um branco e um preto. Ele os tinha ensinado a lutar, quando ele ordenasse. Cada sábado, na praça da cidade, o povo se ajuntava e o pescador fazia apostas, enquanto os dois cachorros brigavam. Às vezes ganhava o cachorro branco, às vezes, o preto, mas o pescador sempre ganhava as apostas! Seus amigos começaram a lhe perguntar como ele fazia isso. Ele disse: - Deixo um passar fome durante a semana e só dou comida para o que eu quero que ganhe. O cachorro que está bem alimentado ganha, porque está mais forte.”

É comum os pregadores dizerem que, em todos os homens, a carne luta contra o espírito, mas, que no cristão, esta luta é mais renhida, pois o verdadeiro crente reluta em não satisfazer os desejos do seu corpo.

Seria esse o posicionamento das Escrituras?

Viver na carne versus viver no espírito

O que entender dos versos seguintes:

“Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis” (Gl 5:16-17).

“Porque os que são segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz” (Rm 8:5).

A luta que o apóstolo Paulo descreve nesses versos é a mesma que Platão, Agostinho e Billy Graham descreveram? Não! Definitivamente, que não! O apóstolo está contrapondo a lei do mandamento carnal com a lei do mandamento espiritual!

"Que não foi feito, segundo a lei do mandamento carnal, mas, segundo a virtude da vida incorruptível" (Hb 7:16).

O poder da vida incorruptível advém do evangelho, que é espírito vivificante, diferentemente, da lei do mandamento carnal, fraco e inútil, que é próprio à carne. (Hb 7:18)

A lei do mandamento carnal diz das muitas ordenanças, como: ‘não toques, não proves, não manuseies’. Diz dos preceitos e doutrinas dos homens, que se apresentam com aparência de sabedoria, devoção, humildade, disciplina do corpo, etc., mas, que não são de valor algum, diante de Deus.

"Porque, em Jesus Cristo, nem a circuncisão, nem a incircuncisão, tem valor algum; mas, sim, a fé que opera pelo amor" (Gl 5:6).

A fé que opera pelo amor, diz da verdade do evangelho (fé), que se efetua pela obediência (amor), o mesmo que obediência da fé!

"Mas, que se manifestou agora e se notificou pelas Escrituras dos profetas, segundo o mandamento do Deus eterno, a todas as nações para obediência da fé" (Rm 16:26).

A satisfação da carne se dá por obediência a preceitos e doutrinas dos homens, diferentemente, da satisfação do espírito, que se dá em obediência ao evangelho: o mandamento de Deus.  

Ao dizer que a carne inclina-se para as coisas da carne, o apóstolo Paulo está citando as Escrituras, como se lê no Livro de Provérbios:

“Para te afastar da mulher estranha, sim da estranha que lisonjeia com suas palavras; Que deixa o guia da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus; Porque a sua casa se inclina para a morte e as suas veredas para os mortos” (Pv 2:16-18).

A ‘casa’ da mulher adúltera se inclina para a morte! Quem é a mulher adúltera? A mulher é descrita como aquela que deixou o guia da sua mocidade e se esqueceu da aliança de seu Deus, ou seja, a mulher adúltera é uma alegoria, cuja casa (descendência) inclina-se para a morte!

Israel é a nação que deixou o guia da sua mocidade e se esqueceu da aliança de seu Deus, portanto, Israel é a mulher adúltera.

"E, engordando-se Jesurum, deu coices (engordaste-te, engrossaste-te e de gordura te cobriste) e deixou a Deus, que o fez, e desprezou a Rocha da sua salvação" (Dt 32:15);

"Como, vendo isto, te perdoaria? Teus filhos me deixam a mim e juram pelos que não são deuses; quando os fartei, então adulteraram e, em casa de meretrizes, se ajuntaram em bandos" (Jr 5:7);

"Portanto, ó meretriz, ouve a palavra do SENHOR" (Ez 16:35).

‘Casa’ é outra figura, que, por sua vez, remete à linhagem, à descendência. A descendência, a linhagem de Israel, inclina-se para morte, pois não são filhos de Deus:

“Corromperam-se contra ele; não são seus filhos, mas a sua mancha; geração perversa e distorcida é” (Dt 32:4).

O termo ‘carne’, quando empregado nos versos acima, pelo apóstolo Paulo, não o fez no sentido de corpo físico, antes, para indicar a origem dos homens: os que existem (são) segundo a carne (Rm 8:5). Quem são (existem) segundo a carne? Os nascidos do sangue, da vontade da carne e da vontade do varão!

“Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas, de Deus” (Jo 1:13).

Todos os homens, quando vêm à existência, entram no mundo, através do sangue, da vontade da carne e da vontade do varão e os judeus não são exceção. No entanto, por causa da promessa feita a Abraão: ‘Em ti serão benditas todas as famílias da terra’, os filhos de Israel entenderam que a promessa fazia referência somente a eles, o que, na verdade, não era (Rm 4:13).

A promessa foi feita a Abraão e ao seu Descendente, que é Cristo, não aos muitos descendentes de Abraão (Gl 3:16). Embora, os filhos de Israel fossem descendência de Abraão, não eram seus filhos, porque não são os filhos da carne que são contados como filhos de Abraão, mas, sim, os filhos da promessa (Rm 9:7-8).

Deus havia prometido a Abraão que, em Isaque seria chamada a sua descendência (Rm 9:7), e não que Isaque já era a descendência. O Descendente de Abraão veio pela linhagem de Isaque e não de Ismael, que nasceu segundo a carne. Como em Isaque seria chamado o Descendente, novamente a palavra da promessa foi dada a Rebeca: O maior servirá ao menor, dando a entender que a promessa do Descendente ainda estava para se cumprir (Rm 9:12).

Com a vinda de Cristo, conforme as palavras dos profetas (At 10:43; Rm 3:21), todos quantos crerem n’Ele são de novo gerados, segundo o espírito. Os que são gerados do espírito são espirituais (Jo 3:5-6), nascidos de novo pela palavra de Cristo, a semente incorruptível (1 Pe 1:23), que é espírito e vida (Jo 6:63).

Os nascidos segundo a carne são carnais (Jo 3:6), não importando se judeus ou gentios, todos se inclinam para a morte, pois todos, juntamente, se desviaram e se tornaram imundos em Adão (Sl 53:3). A diferença entre os gentios e os judeus está no fato de que estes fizeram da carne (de Abraão) o seu braço e se esqueceram de Deus (Jr 17:5), enquanto aqueles sempre estiveram sem esperança e sem Deus no mundo (Ef 2:12).

O termo carne, além de indicar a origem de todos os homens em Adão (Dt 32:2; Is 40:5-6; Lc 3:6), passou a ser utilizada para designar os descendentes da carne de Abraão, especificamente, pela confiança que depositavam no sinal da circuncisão, que é feito no prepúcio da carne.

Nesse sentido, o termo ‘carne’ passou a representar a doutrina dos judeus, contrapondo à doutrina de Cristo, o espírito:

"Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus, em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo e não confiamos na carne. Ainda que, também, podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu" (Fl 3:3-5).

Os que existem (são) segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne, pois só pensam nas coisas terrenas, como: quando se dará a restauração do reino a Israel, circuncisão do prepúcio da carne, linhagem, tribo, herança terrena, fábulas, genealogias, etc. A inclinação da carne é morte, perdição, pois não se sujeita à lei de Deus, mas, sim, a mandamentos de homens, portanto, não podem agradar a Deus.

"Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído" (Is 29:13; Tt 1:14);

"Cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas" (Fl 3:19).

Como os filhos de Israel não se sujeitaram a Deus, antes pretenderam voltar ao Egito, Deus jurou que não entrariam na terra prometida (Nm 14:30). Deus já havia provado o povo em Refidim, que significa ‘refrigério’. Por causa da contenda em Refidim, o nome do lugar foi mudado para Meribá, que significa ‘contenda’, ‘murmuração’, lugar onde foram provados e onde tentaram ao Senhor.  

“Clamaste na angústia e te livrei; respondi-te no lugar oculto dos trovões; provei-te nas águas de Meribá” (Sl 81:7);

"E recusaram ouvir-te, não se lembraram das tuas maravilhas, que lhes fizeste,  endureceram a sua cerviz e, na sua rebelião, levantaram um capitão, a fim de voltarem para a sua servidão; porém tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te e grande em beneficência, tu não os desamparaste" (Ne 9:17; Nm 14:4).

Por causa das transgressões dos filhos de Israel, como as descritas acima, a lei foi dada (Rm 5:20), até que viesse o Descendente prometido a Abraão (Gl 3:19).

“Mas o meu povo não quis ouvir a minha voz e Israel não me quis. Portanto, eu os entreguei aos desejos dos seus corações e andaram nos seus próprios conselhos” (Sl 81:11-12).

No entanto, em lugar de atentarem para o fato de que, ao ser dada a lei, os filhos de Israel estavam sendo contados como transgressores (1 Tm 1:9), passaram a se gloriar na lei e continuaram a desonrar a Deus, desobedecendo a lei: "Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus, pela transgressão da lei?" (Rm 2:23; Rm 3:19).

Embora Abraão nada tenha alcançado de Deus, segundo a sua carne (Rm 4:1), os descendentes de Abraão se gloriavam da carne, de modo que a lei se mostrou impotente (Rm 8:3). A lei acusava os filhos de Israel de transgressores, e eles se auto justificavam, dizendo que eram filhos de Abraão, por descenderem da carne do patriarca.

A lei dada por Deus, por intermédio de Moisés, disciplinava os carnais, oriundos da carne de Abraão, e, por isso mesmo, a lei é declarada ‘lei do mandamento carnal’, diferente do evangelho, que é poder que concede vida incorruptível: "Que não foi feito segundo a lei do mandamento carnal, mas segundo a virtude da vida incorruptível" (Hb 7:16).

Os que existem (são) segundo a carne, buscavam servir a Deus segundo a velhice da letra, mas eram faltos de entendimento, que só é revelado em Cristo (Rm 10:2; Dt 32:28; Is 53:11).

“Mas, agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito e não na velhice da letra” (Rm 7:6).

Quando o homem crê em Cristo, morre para a lei, portanto, é liberto do Senhor. Em Cristo serve a Deus, em novidade de espírito! É em função desta verdade que o apóstolo Paulo agradece a Deus por Jesus Cristo, pois com entendimento (conhecimento) agora servia (eu mesmo) o mandamento (à lei) de Deus: crendo em Cristo. Mas, se buscasse servir a Deus na velhice da letra, ou seja, com a carne, estaria sujeito à lei do pecado!

“Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado” (Rm 7:25).

Daí, o contra ponto ‘carne’, versus ‘espírito’ e a máxima: os que são (existem) segundo o espírito, inclinam-se para as coisas do espírito, que é vida e paz com Deus (Rm 5:1), visto que a parede de inimizade é desfeita (Ef 2:14). ‘Espirito’ em Romanos 8 versos 5 e 6, não diz do elemento imaterial do homem que procede de Deus, antes diz do evangelho.

Como evangelho e espírito são termos intercambiáveis, nestes versos o apóstolo Paulo empregou o termo ‘espírito’, em lugar do termo ‘evangelho’. É por isso que o apóstolo Paulo se apresenta como ministro do espírito, que em última análise, é ministro do evangelho, ministro de Cristo.

"O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica" (2 Co 3:6);

"Assim está, também, escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante" (1 Co 15:45);

Quando o apóstolo Paulo conclui no verso 1 de Romanos 8, que não há condenação alguma para aqueles que são novas criaturas (pois quem está em Cristo Jesus nova criatura é), isto se deve ao fato de que foram gerados de novo pelo evangelho e agora vivem (andam) segundo o evangelho (espírito).

O mandamento do evangelho, ou seja, a lei do espírito de vida (1 Jo 3:23; Tg 1:25; Hb 5:9; Rm 6:17), é o que livra o homem da lei do pecado e da condenação herdada de Adão (morte), de modo que a justiça da lei cumpriu-se naqueles que andam (vivem) segundo o evangelho (Rm 8:4).  

"E seja achado nele, não tendo a minha justiça, que vem da lei, mas a que vem, pela fé, em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé" (Fl 3:9).

O espírito de Deus que habita os cristãos, no contexto de Romanos 8, verso 9, refere-se à palavra de Deus:

"A palavra de Cristo habite em vós, abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao SENHOR, com graça em vosso coração" (Cl 3:16).

O espírito que guia os filhos de Deus diz do evangelho:

"Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus" (Gl 3:26; Gl 4:6; Rm 8:14-16).

Nesse sentido, os cristãos da Galácia haviam começado a vida cristã pelo espírito, ou seja, pelo evangelho (Gl 3:2), que é a pregação da fé. Por intermédio do evangelho, os cristãos da Galácia foram libertos por Cristo (Gl 5:1), mas, agora, estavam voltando à servidão, ou seja, aos preceitos da lei (Gl 5:2-3).

Desqualificando o platonismo disfarçado de evangelho

O que se ensina em muitos púlpitos cristãos, em nossos dias, acerca da santificação, não é outra coisa a não ser doutrina espírita ou, como queiram, filosofia platônica.

Fonte: www.estudobiblico.org

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