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Léa Mendonça, Cantora, Compositora e Pastora, nos conta hoje sobre a trajetória de sua carreira que, com mais de 30 anos, vem abençoando e cativando a vida e o coração de multidões!

VG: Onde nasceu Léa Mendonça?

LM - No Rio de Janeiro

VG: Você iniciou sua carreira como compositora e cantora do conjunto evangélico Altos Louvores, um dos maiores nomes da música protestante dos anos 80 no Brasil. Como surgiu sua participação no Grupo? Conte-nos como foi essa experiência e como isso influenciou sua carreira solo.

LM - O Grupo Altos louvores surgiu do Festival de músicas realizado pela JUBANERJ (Juventude Batista Nacional do Rio de Janeiro) em 1984 e eu fui uma das participantes. Entrei com duas canções; elas tiraram os primeiros lugares

VG: Em 1992, iniciou sua carreira solo lançando seu álbum de estreia Olha pra Mim pela gravadora Som e Louvores. O que levou você a seguir Carreira Solo?

LM - Eu saí do Grupo Altos Louvores para não mais cantar. Eu queria me envolver mais com o meu ministério na Igreja local. Ao visitar um amigo chamado Laudeli Leao na gravadora MK Music (na época, apenas um selo), D. Yvelise me viu, me chamou, me deu um contrato, e eu acabei assinando.

VG: Como e quando iniciou seu Ministério Pastoral? Em qual Igreja você pastoreia atualmente?

LM - O Ministério Pastoral iniciou em 2003. Eu também não tinha pretensões em ser pastora. Eu iniciei um ponto de pregação na minha casa, em 2001, com a finalidade de trazer meus pais, meus irmãos e meus tios de volta para a casa de Deus. O trabalho cresceu e o meu Pastor ordenou a mim e a meu marido como os pastores dessa obra; em seguida nos deu autonomia. Nossa Igreja chama-se Igreja Batista em Renovação Espiritual Nova Jerusalém na Ilha do Governador (IBRENJIG)

VG: Em 2003, Léa Mendonça lançou seu primeiro álbum ao vivo intitulado Louvor Profético, pela MK Music, acompanhada por um Coral de adolescentes com mais 300 vozes e um público de quase 500 pessoas. O Álbum foi primeiro da cantora a ser certificado com disco de ouro pela ABPD pela venda de mais de 100 mil cópias e, em 2013, a versão PlayBack desse mesmo CD também alcançou disco de ouro. Conte-nos, o que a preparação e a realização deste trabalho proporcionou à sua vida na época?

LM - Esta obra é uma demonstração de que Deus luta por nós; uma virada na sorte, a minha “volta por cima”. Eu já tinha gravado três obras antes dessa, mas as vendagens não eram boas. Chegou-se a pensar em me dispensar do rol de cantores da Gravadora, mas me tirar do mundo da música não estava nos planos de Deus. Quando lancei o CD “Louvor Profético, a gravadora foi surpreendida. Deus mudou a minha sorte: Disco de ouro para o CD e Disco de ouro para o play back. Deus é fiel!

VG: Em 2010, ao completar 26 anos de carreira, você lançou o seu 1° DVD pela MK Music, sua gravadora atual, intitulado Recordações, onde foram reunidas várias canções de outros CDs, e também contou com a participação do Grupo Altos Louvores. Conte-nos como foi a preparação deste DVD e qual a importância dele em sua carreira e em sua vida pessoal.

LM - Ter um DVD sempre foi o sonho de todo cantor, e eu consegui com a Gravadora realizar este sonho. O Teatro Raul Cortez em Caxias, bairro do Rio de Janeiro, lotou de família, amigos, irmãos, admiradores, intercessores, Pastores, e o pessoal da Gravadora. Acompanhada pelo meu Produtor Musical Rogério Vieira e por uma Banda de primeira, gravei esse DVD que é um marco no meu ministério. Ali eu canto os meus hits e conto meu testemunho de superação tanto na gravadora, quanto na vida pessoal. O que mais me alegra é saber que essas experiências têm alcançado muitas vidas para Cristo.

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VG: Ainda sobre seu primeiro álbum ao vivo, a canção Memórias ficou muito conhecida, sendo louvada até hoje em todo Brasil e até no exterior. Por que você define esta canção como tema de sua vida?

LM - Porque eu estava passando pelo pior momento da minha vida, vivido até hoje. De joelhos no pé da cama, eu orava, ou melhor, eu gemia, com a Bíblia nas mãos. Ao terminar de orar, abri o Livro Sagrado, e caiu em Lamentações de Jeremias 3. Li todo o texto e me identifiquei com a dor do profeta. Meia hora depois, a música estava pronta, e não era uma música qualquer; era a música do nocaute, a música da minha virada; a música da minha vida

VG: Em 2013, você lançou o livro A Mulher que não Envelhece, onde aborda sua opinião sobre mulheres que, com o passar do tempo, ficam lindas por fora e mal resolvidas por dentro. O que te levou a escrever este livro? Fale-nos sobre essa experiência. 

LM - Momentos de gabinete me levaram a escrever este livro. As mulheres deste século têm mais medo de envelhecer do que de morrer. São capazes de fazer inúmeras cirurgias plásticas, de ficarem lindas por fora, e não se resolverem por dentro. É possível uma mulher estar linda por fora e feia por dentro, mas é impossível uma mulher estar bonita por dentro e feia por fora, porque um coração alegre aformoseia o rosto. É muito bom quando conseguimos a beleza externa e a interna, e isso é possível. Então, eu apresento neste livro o “poder rejuvenescedor que vem da Alegria do Senhor”. Em um dos capítulos, comparo as mulheres às fêmeas do reino animal e mostro o quanto elas nos dão um banho em questão de família.

VG: Em 2016, Léa lançou seu testemunho no projeto AudioBless (livro + CD MP3), da gravadora MK Music, intitulado Segunda Chance. O que te motivou a contar as pessoas, sua história de vida? Qual foi seu maior objetivo com este projeto?

LM - Não é um projeto meu, e sim da Gravadora, que por sinal, deu muito certo. O objetivo é ganhar almas. Cada cantor e pastor, convidado para este projeto, expõe sua vida, sua história, seu antes e depois de Cristo. Os testemunhos são incontáveis, pois as pessoas se surpreendem ao virem que também passamos por experiências parecidas, que nenhum de nós é feito de aço. Somos humanos, passivos de erros, quedas, dores, acertos, conquistas e vitórias.

VG: Com mais de 30 anos de Carreira, no ano passado, em 11 de agosto de 2017, Léa lançou seu mais novo CD chamado Adoração na Guerra, com 10 faixas. Como e baseado em que, você escolheu o Título do álbum?

LM - De 2003 para cá, norteei meus CDs e consequentemente seus títulos. Eu entendi que Deus me chamou para guerrear através do Louvor, e a motivar quem me ouve, a guerrear através do Louvor também. Eu componho a maioria das canções que gravo, e como em “MEMÓRIAS” eu expus minha dor, e deu certo, percebi que esse era o caminho. Cada canção minha leva não apenas minha assinatura, mas também minhas lágrimas.

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VG: Qual foi seu maior objetivo com o álbum Adoração na Guerra?

LM - Os objetivos são sempre os mesmos: alcançar vidas para Cristo e ajudá-las a se resolverem em suas pelejas espirituais, físicas e emocionais. Quantos mais CDs eu gravar, mais munição estarei levando avessas pessoas

VG: Quantos CDs gravados até hoje? Qual deles mais marcou seu Ministério?

LM - Entre CDs solos, coletâneas, participação em grupos, dentro e fora da MK Music são incontáveis, não lembro mais, mas tenho um carinho especial pelo CD “Louvor Profético” porque foi através dele que o Senhor Jesus mudou a minha história, aumentou minhas expectativas, renovou meu fôlego. Ao todo são 34 anos na estrada... 18 deles, eu fui chorando; 17, estou voltando, trazendo os molhos.

VG: Qual canção é a mais pedida?

LM - Varia de lugar para lugar, mas estas abaixo não podem ser esquecidas nas ministrações

* Covardia

* Chora que a vitória vem

* Memórias

* Vem coisa nova por aí

VG: Como administra seu tempo para ensaios, apresentações e vida familiar?

LM - Com a ajuda de terceiros: marido, filho, secretária, assessor... Não é fácil, mas trabalhando em equipe e com prioridade, a gente consegue fazer tudo e um pouquinho mais. Além de cantora e escritora, sou Pastora, mãe, esposa, filha, amiga... A gente não pode esquecer os valores importantes da vida. Lancei agora em março pela Editora Central Gospel o livro “Mel ou Ferrão” e já estou escrevendo o próximo, bem como fazendo o próximo repertório, separando dias para estar com os amigos, com a família, com os irmãos em Cristo, e assim vai. A gente não pode parar, senão se torna obsoleto

VG: O que Léa Mendonça gosta de ouvir?

LM - O silêncio... Ouço pouca música; Gosto mais de ler, de assistir a um bom filme com quem não comenta o filme, de conversar, de jogar conversa fora, rir, estar com gente minha, que me conhece, que compartilha os mesmos gostos, os mesmos prazeres, os mesmos assuntos... Não gosto de estar com gente “embate”, que discorda de tudo, que se acha melhor, que interrompe o raciocínio da gente, que cutuca quando fala, que fala gritando... O silêncio também é música.

VG: Como você definiria seu estilo musical?

LM - Diz a Yvelise que é Pentecostal pop, mas eu não sei se tenho um estilo definido; eu canto o que eu gosto, o que fala comigo e que eu sei que vai falar com o povo que me ouve. Dentro do meu tom, vale tudo!

VG: Já aconteceu algo inusitado durante alguma de suas apresentações? Onde e como foi?

LM - inusitado, não; minhas ministrações são bem previsíveis

VG: Nos últimos tempos têm surgido várias coisas conspirando contra o evangelho de Jesus Cristo, entre elas ideologia de gêneros, artes com pessoas nuas envolvendo crianças, pornografias descaradas nas TVs e até nos desenhos infantis, enfim um verdadeiro caos em degradação da Família. O que você pensa sobre isto? Qual o seu maior sonho em relação a nossa nação, BRASIL?

LM - Só está assustado quem não lê a Bíblia. No fim dos dias o amor de muitos esfriará; a ciência se multiplicará; os homens serão amantes de si mesmos e muitos odiarão a Deus. O cenário está sendo montado

VG: Com mais de 150 mil seguidores em suas redes sociais, você mantém contato com o público compartilhando seus shows, lançamentos, apresentações, etc. Com base nos acontecimentos recentes que tem ocorrido com as crianças e adolescentes no uso da internet e redes sociais, que conselho você deixaria para o público jovem?

LM - Crianças e adolescentes ainda estão sob a tutela dos pais. Todo pai deveria se informar sobre o que seus filhos estão acessando na internet. Meu filho já tem 20 anos e eu ainda o fiscalizo. Não basta só proibir, tem que informá-los sobre os perigos da internet, embora ela tenha o seu lado bom. O segredo da internet é saber usá-la.

VG: Qual a sua maior inspiração?

LM - Se for para compor são as minhas experiências;

Se for para viver é a minha família e o meu relacionamento com Deus!

VG: Complete:

Com Jesus... Eu salto muralhas

Sem Jesus... Não dá para viver

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