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O Governo turco anunciou que vai apresentar na sexta-feira um "novo modelo económico" quando a moeda nacional atingiu um novo mínimo histórico e num contexto de reforço dos poderes presidenciais e crise diplomática com os Estados Unidos.

A lira, que recuou cerca de 30% desde o início de 2018, voltou a cair hoje 5,47% face ao dólar. A queda registou-se após as informações sobre a inconclusiva reunião entre responsáveis turcos e dos EUA em Washington em torno da detenção do pastor evangélico norte-americano Andrew Brunson.

A prisão deste religioso, preso em 2016 e que agora permanece em regime de residência vigiada, motivou a imposição por Washington de sanções punitivas a dois ministros turcos, e um aviso sobre possíveis medidas adicionais. Outro foco de preocupação relaciona-se com a independência do Banco central turco.

O Presidente Recep Tayyip Erdogan pretende que o banco mantenha baixas taxa de juro para apoiar o crescimento económico, mas economistas independentes consideram que deviam ser adotadas medidas alternativas para conter a inflação.

A Turquia financia parte considerável do seu crescimento económico através do investimento estrangeiro, tornando-o particularmente vulnerável a um deslize na sua moeda. Uma lira em queda enfraquece o retorno dos investidores estrangeiros, que podem retirar a sua moeda, reforçando a queda da lira turca e conduzindo potencialmente à instabilidade financeira.

Neste caso, a Turquia poderia solicitar assistência financeira ao Fundo Monetário Internacional, ou decidir impor limites à saída de dinheiro do país. Pelo facto de a intervenção do FMI implicar a adoção das suas políticas, analistas citados pela agência noticiosa Associated Press (AP) consideram que Erdogan poderá estar mais inclinado para tentar controlar os fluxos monetários.

O ministro das Finanças turco Berat Albayrak, que é genro de Erdogan, vai apresentar na sexta-feira as linhas gerais do novo modelo económico, anunciou hoje o seu ministério em Ancara. O ministro disse aguardar que a inflação, atualmente nos 16%, regresse a um único dígito, e que o atual défice público de 5,5% do PIB recue para 4%, mas sem explicar como será atingido este objetivo.

As conversações de quarta-feira entre responsáveis norte-americanos e turcos centraram-se no caso do pastor Andrew Brunson e nas sanções, com o objetivo de ultrapassar o conflito político-diplomático entre os dois parceiros da NATO.

Brunson está a ser julgado por suspeitas de "espionagem" e "cumplicidade com terrorismo" relacionadas com o falhado golpe de Estado de julho de 2016, mas negadas pelo próprio e por Washington, que tem exigido a sua libertação.

A Turquia acusa por sua vez o Governo norte-americano de não pretender extraditar o predicador islamita Fethullah Gülen, autoexilado nos EUA há 19 anos e acusado de responsabilidade pelo fracassado golpe de 2016, uma alegação que o visado também tem rejeitado.

A justiça norte-americana assegura que Ancara não forneceu provas suficientes que justifiquem a extradição de Gülen. O Presidente turco chegou a insinuar a possibilidade de "trocar o pastor por outro", mas depois assegurou que Brunson não era "uma moeda de troca". Diversos media norte-americanos também se referiram ao falhanço dos contactos de quarta-feira, e o Wall Street Journal admitia na sua edição de hoje que os EUA poderão impor novas sanções à Turquia.

Fonte: Expresso

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