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Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, condenou a detenção do fundador da Wikileaks, Julian Assange, advertindo que a sua vida está "em perigo" e pede que não seja entregue aos Estados Unidos.

"O Presidente Nicolás Maduro, em nome do Governo e do povo da Venezuela, manifesta a sua condenação categórica pela decisão atroz que privou o cidadão australiano-equatoriano Julian Assange do direito de asilo diplomático, e a sua detenção posterior em Londres, executada de forma inapropriada e vergonhosa pela polícia britânica", explica um comunicado do Governo venezuelano.

O documento, divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores, adianta que "Julian Assange é um político perseguido do Governo dos EUA".

"O seu crime foi ter revelado ao mundo a cara mais escura e criminosa das 'guerras de mudança de regime' que executa o império norte-americano, em particular os assassinatos em massa de civis e as descaradas violações dos direitos humanos no Iraque", lê-se no comunicado.

"Julian Assange é um ativista pela liberdade de informação e liberdade de expressão, um direito universal da humanidade. A sua entrega sinistra à justiça britânica e a sua eventual extradição para os Estados Unidos constituem uma afronta vergonhosa ao Direito internacional, aos seus Direitos Humanos e põe a sua vida em perigo iminente", acrescenta.

Segundo o ministério, a detenção, "como se se tratasse de um criminoso, num recinto diplomático, constitui ainda uma grave violação dos direitos constitucionais de um cidadão a quem lhe foi concedida a cidadania equatoriana e está, portanto, na posse de todos seus direitos".

"A Venezuela une-se às milhões de vozes e consciências que no mundo exigem ao Governo britânico respeito pela integridade e pelos direitos humanos de Julian Assange", adianta.

Para o Governo de Nicolás Maduro, o jornalista "não deve ser entregue aos EUA, onde sua vida corre perigo, por um julgamento arranjado em que nem sequer foram revelados os delitos de que é acusado, e onde existe claramente a intenção de acabar com a sua vida", acrescenta.

O fundador da Wikileaks, Julian Assange, foi na quinta-feira considerado culpado pela justiça britânica de infringir as condições da liberdade condicional, horas após ter sido detido na embaixada do Equador em Londres, onde estava refugiado há quase sete anos.

Assange pediu asilo político naquela embaixada em agosto de 2012 para não ser extraditado para a Suécia, onde era acusado de violação, num caso entretanto arquivado.

Com 47 anos, Julie Assange foi detido devido a um mandado de extradição norte-americano por "pirataria informática", que será analisado numa audiência judicial em 2 de maio, e a um mandado emitido em junho de 2012 pela justiça britânica por não-comparência em tribunal, um crime passível de ser punido com um ano de prisão.

Com informações de Expresso

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