• Prev
Três Rios/RJ - A Igreja Assembleia de Deus Central - Ministério Três ...
Paraiba do Sul/RJ - Entre os dias 08 e 10 de setembro de 2018, a Igreja ...
Três Rios/RJ -  Com uma programação especial, louvores e ...
Três Rios/RJ - A Primeira Igreja Batista de Três Rios, promoveu dia ...
Rede Vipgospel - todas logos

“Quando você está com fome na favela e chega comida, você não pergunta se veio da igreja evangélica ou do terreiro de macumba”, explica o cantor e pastor Kleber Lucas. Ele mantém vivo na memória os dias difíceis da infância, quando convivia lado a lado com os praticantes de religião afro sem se importar com a religião deles.

Ali “aprendi a ser tolerante”, contou ele em entrevista à revista Veja. Com carreira gospel consagrada e liderando a Igreja Batista Soul, no Rio de Janeiro, Kleber se envolveu na reconstrução de um terreiro de candomblé. A casa de culto fica na Baixada Fluminense e foi incendiada num ato de intolerância religiosa.

Ele explicou que uma igreja luterana decidiu levantar uma oferta e ele ajudou. O montante de 12 mil reais foi levado em mãos e entregue no local. O pastor se justifica: “Isso tá em harmonia com a mensagem do Cristo que é uma mensagem de amor, não é essa mensagem de ódio”.

Durante o evento, em novembro de 2017, ele foi filmado cantando a música “Maria Maria”, de Milton Nascimento, ao lado de líderes de diferentes religiões em uma reunião ecumênica. As imagens tiveram grande repercussão.

Para ele, “foi uma manhã linda, um momento agradabilíssimo” e “estava todo mundo na mesma causa”, mas admite que isso teve grandes consequências para seu ministério. Na ocasião, ele afirmou que a teologia brasileira é “racista”.

“De 25 anos de caminhada cristã no Brasil, deixei de ser um líder, um pastor e um cantor de relevância…  e passei a ser ‘crente safado’ e ‘amigo de comunista’ que merece morrer”, desabafou. Através das redes sociais ele recebeu muitas críticas e, depois do ocorrido, viu diminuir muito os convites para shows e as execuções nas rádios gospel.

Mesmo assim, ele não mudou de ideia, insistindo que “não tem medo de gente que levanta a bandeira do ódio”. “Eu não vou me calar”, desafia.

Encerrou dizendo que conhece “muitos líderes religiosos e pastores que acreditam nessa linguagem de tolerância, de amor e de respeito” e que a lição é simples: “Você não precisa acreditar igual para conviver”.

Como a intolerância religiosa atingiu um pastor

Fonte: Gospel Prime

“Quando você está com fome na favela e chega comida, você não pergunta se veio da igreja evangélica ou do terreiro de macumba”, explica o cantor e pastor Kleber Lucas. Ele mantém vivo na memória os dias difíceis da infância, quando convivia lado a lado com os praticantes de religião afro sem se importar com a religião deles.

Ali “aprendi a ser tolerante”, contou ele em entrevista à revista Veja. Com carreira gospel consagrada e liderando a Igreja Batista Soul, no Rio de Janeiro, Kleber se envolveu na reconstrução de um terreiro de candomblé. A casa de culto fica na Baixada Fluminense e foi incendiada num ato de intolerância religiosa.

Ele explicou que uma igreja luterana decidiu levantar uma oferta e ele ajudou. O montante de 12 mil reais foi levado em mãos e entregue no local. O pastor se justifica: “Isso tá em harmonia com a mensagem do Cristo que é uma mensagem de amor, não é essa mensagem de ódio”.

Durante o evento, em novembro de 2017, ele foi filmado cantando a música “Maria Maria”, de Milton Nascimento, ao lado de líderes de diferentes religiões em uma reunião ecumênica. As imagens tiveram grande repercussão.

Para ele, “foi uma manhã linda, um momento agradabilíssimo” e “estava todo mundo na mesma causa”, mas admite que isso teve grandes consequências para seu ministério. Na ocasião, ele afirmou que a teologia brasileira é “racista”.

“De 25 anos de caminhada cristã no Brasil, deixei de ser um líder, um pastor e um cantor de relevância…  e passei a ser ‘crente safado’ e ‘amigo de comunista’ que merece morrer”, desabafou. Através das redes sociais ele recebeu muitas críticas e, depois do ocorrido, viu diminuir muito os convites para shows e as execuções nas rádios gospel.

Mesmo assim, ele não mudou de ideia, insistindo que “não tem medo de gente que levanta a bandeira do ódio”. “Eu não vou me calar”, desafia.

Encerrou dizendo que conhece “muitos líderes religiosos e pastores que acreditam nessa linguagem de tolerância, de amor e de respeito” e que a lição é simples: “Você não precisa acreditar igual para conviver”.

Visitas no Site

0011743337
HojeHoje138
OntemOntem623
Esta SemanaEsta Semana1845
Este MêsEste Mês6136
Todos os diasTodos os dias11743337

Siga-nos no Facebook

Usuários Online

Temos 146 visitantes e Nenhum membro online

Mais lidas

Thamara Oliveira ...
Governo pretende ...
Bloco de Esquerda vai ...
Depois daqueles que ...
O Presidente da ...
O dirigente ...
Apesar de a ...