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Poucos fenômenos sociais geram mais preocupações entre pais e professores, custos com a justiça e saúde, dificuldades familiares e notícias na mídia do que o uso de álcool e drogas.

Infelizmente, não há uma solução simples para um problema complexo. O uso de drogas na adolescência é visto, culturalmente, como um comportamento comum, de experimentação mas, nem por isso, este comportamento não é passível de produzir graves danos individuais e sociais.

A adolescência é especialmente a fase mais vulnerável da vida para a dependência química porque o cérebro ainda está em formação. A exposição de substâncias psicoativas (todas as drogas em geral) provoca no cérebro um desequilíbrio da função no sistema de recompensa cerebral pelo estímulo da liberação de neurotransmissores (como a dopamina) que gera a sensação de prazer e bem-estar e o seu uso continuado instala uma memória positiva das sensações de prazer e com isso, a compulsão à repetição do uso. Se um adolescente de 15 anos, por exemplo, usa álcool, tabaco e maconha todos os finais de semana, os riscos de comprometimento cognitivo são bastante significativos, assim como a alta possibilidade de adquirir a dependência química pela exposição precoce.

O uso de drogas nesta fase está relacionado com a necessidade de integração social, de pertencer a um grupo. No entanto, os adolescentes mais vulneráveis não medem esforços para serem aceitos, mesmo com grandes chances de se prejudicarem clinicamente, como aqueles que estão aderindo à moda: eye balling (introdução de álcool nos olhos para potencializar o efeito).

A maior dificuldade atual no combate á dependência química é o conceito cultural e errôneo de que é normal beber muito, fumar muito (binge) ou até de que a maconha é uma erva e não faz mal. Para os adolescentes, o normal é o que todo mundo faz e, dentro desta realidade, fica difícil mostrar que este referencial não é o ideal porque implica em riscos e, como o adolescente tem dificuldade em se projetar no futuro, não avalia que as pessoas melhor sucedidas seguem outro caminho, protegendo seus cérebros. A proteção cerebral é benéfica porque não temos condições de saber quais serão aqueles que se tornarão dependentes ou que terão prejuízos.

Precisamos contar com políticas de saúde mais eficientes, redução do acesso ás drogas, fiscalização contra o consumo de álcool e tabaco para menores, melhor controle parental afetivo, melhores exemplos dos pais aos filhos, garantia de uma boa educação, esporte e lazer aos adolescentes  a fim de se criar condições mais protetivas contra o uso de substâncias psicoativas.

Fonte: drajuliana.site.med.br

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