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Este graduado pode compor, reger e interpretar obras eruditas e populares, empregando instrumentos acústicos ou eletrônicos. Como compositor, cria peças e anota-as em partituras para ser executadas por instrumentistas, orquestras ou cantores.

Como arranjador, faz versões de peças musicais. Como maestro, dirige orquestras, bandas, conjuntos instrumentais e vocais. Já como intérprete, pode se especializar na execução de determinado instrumento ou dedicar-se ao canto. O bacharel atua em concertos, espetáculos musicais e gravações de trilhas sonoras. Também é requisitado por agências de publicidade e propaganda para criar jingles para comerciais de rádio e TV. Em estúdios de gravação, produz música com aparelhos eletrônicos, ou trabalha com a sonorização de espetáculos musicais e teatrais. Com a licenciatura, está apto a lecionar nos ensinos Fundamental e Médio. Seja qual for a área de atuação, é fundamental que o profissional domine programas de computação que controlam o registro e a edição de arranjos musicais em equipamentos digitais de reprodução e gravação. Em geral, este profissional é remunerado por trabalho executado.

Olá! Quem é que não ama a música? Acredito que todo mundo aqui goste, não há nada mais divertido, relaxante, interessante, estimulante e encorajador que uma boa música. Imagina trabalhar com isso?

Veja aqui uma série de profissões na área da música, e encontre a sua!

Prepare-se para uma rotina intensa: os músicos brasileiros acumulam funções e 67% deles são responsáveis pela gestão do próprio trabalho artístico, segundo resultados preliminares de uma pesquisa da Escola de Comunicações e Artes e da Escola Politécnica da USP. O campo de atuação do bacharel geralmente envolve o trabalho em orquestras, grupos de câmara ou carreira solo. Outras opções são a atuação em eventos de música ao vivo, peças de teatro, musicais ou como professor ou coordenador de projetos sociais de ensino de música ou em escolas especializadas. O músico pode ainda trabalhar como produtor ou montar um estúdio de gravação. Já o licenciado tem um mercado estável por conta da lei que tornou obrigatório, em 2008, o ensino da música em todas as escolas de educação básica. E o seu campo de atuação tem se mostrado cada vez mais vasto. Ele também atua na área de pesquisa da universidade e em conservatórios e escolas livres de música. A Região Sudeste concentra as melhores vagas em orquestras ou grupos instrumentais. Já os licenciados são procurados em todo o país.

Para um músico ser bem sucedido é necessário ser uma pessoa de grande sensibilidade artística, com grande interesse pelas artes e que tenha um vasto conhecimento no assunto. Características desejáveis: autoconfiança, boa audição, capacidade de liderança, desembaraço, disciplina, equilíbrio emocional, espírito empreendedor, facilidade de expressão, habilidade para trabalhar em equipe, interesse pela natureza humana, interesse pelas artes, intuição, musicalidade, perseverança, ritmo e sensibilidade artística.

Cantor/Instrumentista:

Na música, um vocalista ou cantor é um músico que canta, ou seja, usa a voz como seu instrumento musical. Um cantor principal, ou solista, é aquele que canta a voz primária de uma música, enquanto o cantor de apoio (ou, o coro) canta a voz de apoio (ou, a parte do canto coral) de uma música.

Numa obra para coro e instrumentos e ainda com partes adicionais e separadas para solistas vocais, os solistas, ordinariamente, podem também cantar a parte do coro quando os solistas não tem partes separadas. Em textos de programas, ou de gravações, o termo vocal se refere a parte instrumental que um cantor executa (i.e. o instrumento deste); assim como podemos encontrar o termo, baixo, para quem toca o contrabaixo; percussão, para quem toca a percussão, e assim por diante.

Em música, as vozes são tratadas tal como instrumentos musicais. Os exercícios vocais que um cantor faz chama-se vocalise.

Instrumentistas, cantores e regentes dedicam a maior parte do seu tempo a: estudar partituras; exercitar-se constantemente; ensaiar espetáculos; pesquisar e aprender novas peças musicais. Regentes avaliam e selecionam músicos para a orquestra. Podem ser convidados para reger orquestras em gravações ou espetáculos específicos e ocupar cargos de regente titular de uma orquestra e diretor musical, assumindo também funções administrativas e gerenciais.

Produtor Musical:

Parece que finalmente algumas universidades criaram cursos especializados na área. Ainda não sei se existe um título oficial para “Produtor Musical”, se a profissão é reconhecida no MEC ou se há uma grade curricular recomendada. Mas é verdade que estão acontecendo progressos na área de formação.

Se estudarmos a história de alguns produtores famosos, veremos que os caminhos tomados por eles são bem distintos e variados. Mas todos parecem ter algumas qualificações em comum.

QUALIFICAÇÕES DO PRODUTOR MUSICAL

Formação musical. Seja formal, via Faculdade de Música ou informal, participando de bandas, um produtor musical deveria ter bons conhecimentos de História da Música,Teoria Musical, Escalas, Acordes, Harmonia, Ritmo, Orquestração, Ouvido Absoluto e/ou Relativo. Tocar algum instrumento, ter escutado bastante música, discos variados, instrumentos e timbres.

Engenharia de Áudio. Neste caso, os cursos são mais disponíveis e às vezes aparecem como especializações da grande área da Engenharia. Um Engenheiro de Áudio (ou Técnico de Som) teoricamente teria uma formação mais rígida do que um produtor musical, que precisa ter conhecimentos amplos e uma visão generalista. Ainda assim, a grande maioria dos produtores musicais já trabalhou como técnico, conhece as tecnologias e as técnicas de gravação e mixagem, além dos principais equipamentos e como operá-los dentro do estúdio e da técnica.

Habilidades inter-pessoais que favoreçam a comunicação com diferentes públicos, administração de conflitos, gerenciamento de tempo e orçamento, foco no resultado, confiança e tomada de decisões. Estas habilidades podem se originar de diferentes trabalhos, cargos e profissões. No final do dia, costumo dizer que a profissão do produtor resume-se a “tomar decisões”, evitando voltar atrás. Isso significa que nem sempre todos entenderão ou concordarão com suas decisões. Para tanto, você precisa ser perseverante e confiar nas suas habilidades.

Horas de voo. Particularmente, eu posso fazer um paralelo com piloto de avião porque fiz aulas de pilotagem na adolescência. Acabei descobrindo, depois de algumas horas de vôo, que tudo aquilo que eu havia estudado não me ensinou a voar de fato, mas sim, permitiu que eu tivesse a tranquilidade para me concentrar em “voar”. Não precisava prestar muita atenção no processo, mas estava preparado para tomar decisões quase que automáticas. A cada hora de voo, tudo ficava mais claro, como mágica. E cada vez mais fácil. No final das contas, acabei percebendo que não levava muito jeito para voar e decidi não encarar aquilo como profissão. Ainda gosto muito e acredito que se tivesse continuado, viraria um bom piloto, depois de muitas e muitas horas de voo. Tenha paciência e não desista se tiver certeza que quer viver disso. Grave, grave e grave mais.

Saber lidar com os erros. Como esta profissão não envolve perigo de morte e é tanto artística quanto técnica, há muito espaço para experimentação. E experimentação significa, naturalmente, erros frequentes. Com certeza, a frequência dos erros vai diminuindo conforme a “intuição” amadurece, mas nunca se sabe como um artista ou um novo equipamento irá reagir a uma determinada situação. Bola pra frente, estude o erro e mude as condições para que ele não volte a acontecer. Procure trabalhar com profissionais que também sabem lidar com as falhas e aprendem com isso. Não espere estar sempre certo, nem contratar técnicos infalíveis ou músicos perfeitos.

Como e quanto cobrar. No começo, não espere ganhar muito dinheiro. Na verdade, prepare-se para trabalhar de graça, encare isto como o custo da “faculdade” e das “horas de voo”. Mas quando perceber que seu profissionalismo e o resultado do seu trabalho são comparáveis a de outros profissionais, cobre o que eles cobram, não tenha vergonha nem medo. Nada mais justo. Em qualquer empresa ou atividade, normalmente o grande culpado dos baixos salários e remuneração injusta é o próprio profissional, que não se valoriza. Encare todo e qualquer projeto como um grande projeto, com contrato, prazo e custo, ainda que seja R$10. É claro que, sem as qualificações acima, não seria justo nem eficaz cobrar o mesmo que profissionais mais experientes. Outros fatores que influem no custo são: mercado local, concorrência, oferta, demanda, fama, histórico, confiabilidade.

Ouvidos Treinados. Você já ouviu falar que um bom desenhista é, na verdade, um bom observador? Pois é, um bom músico, técnico ou produtor é, sem dúvida, um bom ouvinte. Ouça música, os sons da natureza, sinfonias, discos inteiros, o som do “silêncio”. Repare nos detalhes. “Veja” as salas com os ouvidos, mude de posição e escute as diferenças. Acústica é fundamental, não importa o que te digam, nunca duvide disso. Uma boa sala sempre será uma boa sala. Não se contente com pouco e busque sempre tirar o melhor som possível. Alguns minutos de testes podem fazer toda a diferença.

Pré-Produção! Otimizar a música, ANTES de ir para o estúdio gravar. Incorporar a função de músico, maestro, arranjador, letrista, técnico, ouvinte, pai, irmão, executivo, amigo. O produtor é responsável pela música final, pelo disco ou pelo MP3 do single, mesmo que o resultado recaia sobre a banda ou o artista. Portanto, responsabilidade dobrada. O objetivo é sempre o mesmo: a Música (ou na linguagem do meio, o Fonograma). E não qual microfone foi usado, que versão do Protools, se os músicos erraram durante a gravação ou se alguém deu pitaco nas letras.

CURIOSIDADES

Muitas obras de arte da Antiguidade mostram músicos e seus instrumentos, entretanto não existem conhecimentos sobre como os antigos faziam seus instrumentos.

Apenas umas poucas peças completas de música da Antiguidade ainda existem, quase todas do povo grego. Egito - Por volta de 4.000 a.C., as pessoas batiam discos e paus uns contra os outros, utilizavam bastões de metal e cantavam. Posteriormente, nos grandes templos dos deuses, os sacerdotes treinavam coros para cantos de música ritual. Os músicos da corte cantavam e tocavam vários tipos de harpa e instrumentos de sopro e percussão.

As bandas militares usavam trompetes e tambores. Palestina - O povo palestino provavelmente não criou tanta música quanto os egípcios. A Bíblia contém a letra de muitas canções e cânticos hebraicos, como os Salmos, onde são mencionados harpas, pratos e outros instrumentos. A música no templo de Salomão, em Jerusalém, no século X a.C., provavelmente incluía trompetes e canto coral no acompanhamento de instrumentos de corda. China - Os antigos chineses acreditavam que a música possuía poderes mágicos, achavam que ela refletia a ordem do universo. A música chinesa usava uma escala pentatônica (de cinco sons), e soava mais ou menos como as cinco teclas pretas do piano.

Os músicos chineses tocavam cítara, várias espécies de flauta e instrumentos de percussão. Índia - As tradições musicais da Índia remontam ao século XIII a.C.. O povo acreditava que a música estava diretamente ligada ao processo fundamental da vida humana. Na Antiguidade, criaram música religiosa e por volta do século IV a.C. elaboraram teorias musicais. Os músicos tocavam instrumentos de sopro, cordas e percussão.

A música indiana era baseada num sistema de tons e semitons; em vez de empregar notas, os compositores seguiam uma complicada série de fórmulas chamadas ragas. As ragas permitiam a escolha entre certas notas, mas exigiam a omissão de outras. Grécia - Os gregos usavam as letras do alfabeto para representar notas musicais. Agrupavam essas notas em tetracordes (sucessão de quatro sons). Combinando esses tetracordes de várias maneiras, os gregos criaram grupos de notas chamados modos. Os modos foram os predecessores das escalas diatônicas maiores e menores.

Os pensadores gregos construíram teorias musicais mais elaboradas do que qualquer outro povo da Antiguidade. Pitágoras, um grego que viveu no século VI a.C., achava que a Música e a Matemática poderiam fornecer a chave para os segredos do mundo. Acreditava que os planetas produziam diferentes tonalidades harmônicas e que o próprio universo cantava.

Essa crença demonstra a importância da música no culto grego, assim como na dança e nas tragédias. Roma - Os romanos copiaram teorias musicais e técnicas de execução dos gregos, mas também inventaram instrumentos novos como o trompete reto, a que chamavam de tuba. Usavam frequentemente o hydraulis, o primeiro órgão de tubos; o fluxo constante de ar nos tubos era mantido por meio de pressão de água.

E aí, se decidiu? - VipGospel

Fontes: brasilprofissoes.com.br/guiadoestudante.abril.com.br.

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