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Meu nome é Winston Ramalho e receio ser um espécime mais ou menos raro: um legítimo curitibano – aquele ser que fala “leitttee quentttee”, e que alguns dizem até que está extinto – nascido e morando nesta cidade de tantos paulistas, cariocas, mineiros, catarinenses, gaúchos, e outros, todos muito bem vindos com seus sotaques variados, contribuindo para que a fala curitibana, muito influenciada pelos eslavos, receba uma certa amenização sonora, um “retoque” para melhor.

Aqui nasci e me tornei arquiteto, o que desde bem pequeno queria ser. Sempre amei minha profissão, que para mim era mais que trabalho: era também um hobby, e muito prazeroso. Amava fazer arquitetura: acordava pensando em arquitetura, passava a manhã criando arquitetura, almoçava arquitetura, depois voltava a trabalhar nos projetos, jantava arquitetura, dormia pensando em arquitetura, e durante a noite sonhava com arquitetura. Tinha sempre sobre o criado-mudo uma pranchetinha onde, muitas madrugadas acordava com uma ideia na cabeça, com uma solução para um problema de projeto ou de obra, e ali desenhava o que havia sonhado. E assim foi por muitos anos, e quando me perguntavam sobre aposentadoria, dizia convicto que iria morrer fazendo arquitetura. Nestes muitos anos projetei mais de 1 milhão de metros quadrados de obras em várias cidades e estados do país, tendo ganho também prêmios nacionais de arquitetura e reconhecimento profissional através de vários títulos, publicações e distinções públicas.

Logo que me formei comecei a lecionar nas disciplinas de Projeto no Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPR. Após vários concursos públicos na Universidade, fui galgando os degraus da carreira docente, e quando me aposentei, após quase 30 anos ininterruptos de trabalho como professor e tendo passado por mim mais de 1.000 alunos, havia atingido o último nível, que é o de Professor Titular.

Como desde a adolescência sentia no coração a necessidade de Deus, ao longo de todos esses anos buscava-O – às vezes por períodos contínuos, em outras fases quase esquecendo-me que Ele existia – porém sempre de forma canhestra. Assim é que transitei pelo catolicismo, espiritismo, controle mental, budismo e ioga, sempre insatisfeito, lendo muito, praticando, até que o conhecimento adquirido me demonstrava que aquilo não era para mim. Prosseguia então na minha procura, até que um dia, timidamente, com um pouco de desconfiança até, decidi conhecer consistentemente a Palavra de Deus, e então as dúvidas definitivamente se dissiparam: finalmente tinha encontrado a verdade, e a verdade me libertou de toda a angústia produzida pela busca infrutífera, pelas falsas doutrinas, pelos desapontamentos causados por falsos mestres, por mentirosos aproveitadores, por pessoas que, depois descobri, estavam a serviço do maligno. Pude então ser engolfado, envolvido, permeado pela maravilhosa bênção prometida por Jesus em João 8.32: “…e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”

Minha conversão a Cristo foi um primeiro passo dado com profunda convicção. Mas tratava-se apenas do começo de uma longa jornada de caráter espiritual rumo ao alto. Ainda não compreendia que Cristo estava colocando-me num caminho não apenas de vida nova, mas também de vida abundante, maravilhosa promessa contida em João 10.10. Mas como eu, até mesmo Seus primeiros discípulos de início não compreenderam o tipo de abundância que o Messias estava trazendo, pois aqueles que estão engatinhando no conhecimento da Palavra de Deus, têm ainda expectativas meramente terreais, pessoais, materiais, que obscurecem a visão do caráter superior da abundância que Jesus promete. Mas Jesus jamais prometeu algo parecido com sucesso profissional ou mundano de qualquer tipo, segurança financeira ou conforto pessoal, e disse em Lucas 9.23-25: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?” É duro, mas é real. Como disse alguém: “na vida não há lanche grátis”. É ruim? Não, é maravilhoso, porque sabemos que esta curta vida na terra não é a verdadeira vida, que a esperança da Vida Eterna é somente para aqueles que se negam a si mesmos e seguem a Cristo.

Jesus nunca foi contra a riqueza material, no entanto Ele queria mostrar que a preocupação com ela não pode ser uma prioridade para um discípulo Seu, porque não tem qualquer relação com o Reino de Deus. A riqueza material – vista sob a lente da eternidade – torna-se insignificante, enquanto que as coisas do espírito, os relacionamentos e a vida abundante, agigantam-se.

Durante alguns anos fui tentando o que parecia o mais lógico e sensato: conciliar a vida profissional de arquiteto com minha vida espiritual, e a partir de um certo tempo passei a crer que Deus me dera a profissão de arquiteto como um instrumento para servir às pessoas. Em outras palavras, acreditava que Ele tinha me concedido a missão de fazer o bem por meio da arquitetura: por exemplo, quando projetava uma residência, tinha primordialmente a missão de melhorar a qualidade de vida de uma família, quando planejava uma cidade, a de proporcionar boas condições de existência a milhares de famílias, e assim por diante. Por isso, quando projetava, nunca colocava em primeiro plano a questão do ganho financeiro, mas sim meu compromisso e responsabilidade para com o cliente, de fazer o meu melhor para ele.

Mas o tempo foi passando e, para surpresa minha, a concepção e realização das obras materiais – que por mais de 45 anos era o objetivo da minha vida – pouco a pouco foi ficando em segundo plano, dando lugar àquilo que descobri que era a maior obra que existia no universo: a do Reino de Deus. E desta forma fui me afastando da arquitetura, até que parei completamente, então encerrei minha empresa, tirei do ar meu blog profissional tão cuidadosamente construído, doei minha biblioteca de mais de 2.000 obras de arquitetura a meu filho arquiteto em São Paulo, e rompi com todo e qualquer vínculo com a profissão que por tanto tempo tinha sido o centro da minha existência. É claro que financeiramente tive que me adequar às limitações impostas pela aposentadoria com a qual vivemos Nanny e eu. Nossa vida é simples, nosso orçamento mensal é cuidadosamente planejado, respeitado, e não possibilita qualquer “escorregadela”. Mas o Senhor sempre tem nos provido de tudo o que necessitamos, e com o coração cheio de júbilo, posso afirmar que hoje tenho a certeza de estar fazendo a vontade dEle!

Pela graça de Deus, atualmente minha vida é totalmente dedicada à Sua obra, juntamente com a Nanny, a abençoada auxiliadora que Ele me deu, e vivemos numa felicidade e paz que sequer imaginávamos há um tempo atrás. Dedicado ao blog De Coração a Coração, às mensagens diárias Bom Dia De Coração a Coração, auxiliando a Nanny na coordenação do Núcleo Familiar Vivencial, ao Coral da Fraternidade, agora sei que o verdadeiro sucesso – que o mundo não conhece, por isso acha loucura – é seguir, sem se desviar, no caminho que leva a Cristo, a vida abundante real, infinita e eterna!

Com informações de www.decoracaoacoracao.com.br

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