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Professor Rodney Souza

O cristianismo no Brasil, nas últimas décadas, tem sofrido uma grande mutação devido a absorção de costumes judaicos por algumas igrejas, principalmente por parte das classificadas como neopentecostais. A admiração por Israel sempre fez parte de nossa vida, porém, tal admiração deu lugar a rituais que não são compatíveis com o ideal cristão.

A festa de natal é uma das mais belas festas culturais do ocidente, repleta de fantasias, luzes, enfeites dos mais belos, cardápios dos mais variados e muitos presentes. Mas será que comemoramos, em nossas festas, o verdadeiro sentido do natal?

Há vários anos tenho observado propagandas de algumas instituições religiosas iniciarem com a seguinte frase: “PARE DE SOFRER!” Muitas pessoas que se encontram em situação de sofrimento embarcam nesta promessa e firmam nisso a sua fé. Entram para a igreja em meio a uma terrível luta, e ao superarem aquele sofrimento ficam gratos ao Senhor. Porém, ao serem acometidas por outro sofrimento se perguntam: não era para eu parar de sofrer? Dai notam que foram vitimas de uma verdadeira propaganda enganosa.

No dia 04 de outubro um artigo publicado na revista Veja foi motivo de mais uma polêmica envolvendo o povo evangélico brasileiro. Sob o título “Essa gente incômoda” o jornalista J.R Guzzo trouxe um texto um tanto confuso, hora parecendo criticar a esquerda que se diz “pensante”, ora criticando a comunidade evangélica, acusando-a de ser composta por membros ignorantes e líderes charlatões. Guzzo se mostrou um jornalista um tanto oportunista que não procurou conhecer o grupo que seria alvo de seu artigo crítico, invocando para a grande maioria os erros cometidos por uma minoria de falsos líderes, nivelando todos por uma régua injusta e tendenciosa.

No meio religioso cristão uma das afirmativas que mais ouvimos é: SIM, EU AMO CRISTO. Nos evangelismos de rua quando confrontamos alguém com a Palavra de Deus e tentamos demonstrar o amor de Cristo, é quase uma unanimidade ouvirmos as pessoas afirmarem que também amam a Jesus.

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