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A abertura das fronteiras de alguns países tem possibilitado a retomada das atividades missionárias na África. Durante um período de 15 dias entre junho e julho, pastores brasileiros realizaram seminários para levar ensino e ânimo a líderes africanos, que precisam de um suporte no período de flexibilização da pandemia.

“Assim como no Brasil, a esfera de medo gerou uma paralisia em muitos, uma acomodação que vai além dos cuidados”, disse ao Guiame o pastor Jonatas Cuppello Venlioles, diretor financeiro da Missão Mãos Estendidas (MME), que viajou até Moçambique e Malawi para ministrar pastores africanos.

Seguindo todas as orientações para conter a Covid-19, como o distanciamento social e uso de máscaras e álcool em gel, os pastores levaram ânimo àqueles que estavam contidos. “Pregamos muito sobre isso, apesar de termos todos os cuidados necessários, avançarmos em Deus”, acrescentou Cuppello.

A caravana de ensino foi composta por, além do pastor Jonatas, o presidente da MME, pastor Elias Marcelo Caetano e o vice-diretor financeiro da MME, o pastor Eliã Marcos Caetano.

Durante a jornada missionária, a MME promoveu três Seminários Bíblicos Intensivos para cerca de 300 pastores locais, sendo dois deles na cidade da Beira, em Moçambique e um em Chinsapo, no Malawi.

Através de seis ministrações diárias, os pastores brasileiros ensinaram sobre a teoria e a prática do Evangelho, levando encorajamento e estratégias para que eles vivam o Evangelho em suas aldeias.

Para os missionários, os desafios não se limitaram ao solo africano. Eliã Marcos Caetano, que também é pastor da Comunidade Renovada de Pinhais (PR), relata que tiveram que enfrentar “preços exorbitantes” de passagens, voos cancelados e enfrentar muitos testes de Covid.

“De todas as vezes que estive em missão na África, essa foi a mais desafiadora”, disse ao Guiame. “Mas em tudo pudemos ver a mão de Deus em ação. O que mais me impactou foi ver Deus cuidando de cada detalhe, levantando pessoas para apoiar em oração e também com recursos, preparando anjos materializados em pessoas”.

Desafios no campo missionário

Ao chegar no ponto de destino, os desafios continuam. Embora a nova geração de pastores africanos tenham algum nível de escolaridade, os ministros mais antigos não tiveram a mesma oportunidade.

“Apesar de lerem, há uma dificuldade grande de compreensão, de raciocínio, isso nos leva a realizar as ministrações de forma mais clara possível, explicando detalhadamente”, explica o pastor Jonatas.

Outro desafio é manter todos "ligados" durante todo o período do seminário, que acontece das 9h às 19h. “No horário do almoço reservamos o tempo da soneca para ajudar nessa questão”, observa Jonatas.

Apesar dos desafios, o pastor relata que tem visto frutos do período de ensino bíblico. “Quando surge algo novo para eles ou aplicamos algo dentro de um contexto deles, com uma ilustração ou exemplos, eles vibram, isso alegra nossos corações”, diz.

O pastor Eliã relata que testemunhou o agir sobrenatural de Deus nas reuniões, “com curas, milagres e ativação profética”, mesmo que a equipe fosse pequena.

“Tivemos que nos desdobrar para ministrar dois seminários com públicos diferentes. Cada um dos palestrantes ministrava pelo menos 3 palestras por dia, mas foi gratificante”, disse Eliã. “Deus esteve sempre conosco, guardando, protegendo, sustentando e nos surpreendendo.”

MISSOES

Outro momento marcante é o da despedida, quando os pastores recebem não apenas um abraço, mas também ofertas. “Agradecemos a Deus pelo seminário, todos os os participantes, por todos que colaboraram, por todas as igrejas que tem ajuda e depois entregamos um envelope para cada pastor. Eles recebem o valor da passagem ida/volta e uma oferta. Isso me marca”, relata o pr. Jonatas.

“O seminário investe no conhecimento, em relacionamento, em visão e propósito e também ‘investe’ na família de cada pastor. Em todos os seminários também entregamos várias bicicletas e livros para a edificação e em muitos deles Bíblias”, acrescenta.

ASSISTA O VÍDEO CLICANDO AQUI

Para apoiar a Missão Mãos Estendidas, acesse: mmeafrica.org


Fonte: Guiame

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