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O que leva uma pessoa a entrar no mundo das drogas? A verdade é que não existe regra ou contexto certo. As histórias abaixo mostram isso de forma clara. Com as mais variadas estruturas familiares e graus de instrução escolar dos mais diversos níveis, esses personagens da vida real têm algo em comum: a vontade de vencer o problema com drogas.

Todas as histórias aqui relatadas possuem um ponto de encontro em sua jornada, o da recuperação que é baseada na força dos grupos de apoio. Aqui, eles relatam como o programa de Narcóticos Anônimos (NA), instituição sem fins lucrativos e com presença nacional, foi (e ainda é) uma peça essencial na vida sem as drogas. Confira a 1ª história desta série:

Joaquina, 41 anos, arquiteta e urbanista, Belém (PA)

15 anos e 5 meses longe das drogas

"Antes do uso das drogas, aos 19 anos, vivi coisas na minha vida, como um abuso sexual, que fizeram viver como um personagem, por causa da vergonha, culpa e medo. Me aperfeiçoei em viver mentiras. Por muito tempo me destaquei como uma aluna nota 10, que me garantia a admiração e aceitação social, mas o egocentrismo crescente me dizia que deveria controlar tudo a minha volta. Isso foi o meu maior algoz enquanto o uso das drogas tomava espaço das coisas importantes em minha vida.


Me casei e fui mãe aos 21 anos, no terceiro ano de faculdade. Engravidei novamente e meu segundo filho nunca nasceu por causa do uso descontrolado de várias substâncias. Me formei, me separei e frequentemente abandonava minha filha aos cuidados dos meus pais quando a compulsão tomava conta de todos os meus pensamentos, vontades e atitudes. Estava falida.

A recuperação veio ao perceber a mudança na vida da minha mãe, que buscou ajuda nos grupos familiares. Me senti arrastada por seu exemplo e desejei com todo resto de força e vida existentes em mim mudar, por isso pedi ajuda a ela. Assim, conheci um grupo da Narcóticos Anônimos. Hoje percebo virtudes em mim que me levam a práticas saudáveis: esporte, acordar cedo, dormir cedo, ter um objetivo de vida e reconhecer minha razão de existir me fazem prosseguir num propósito espiritual em tempos difíceis.

O enfrentamento da doença com a verdade foi o que me ajudou. Só com muita verdade somos capazes de reconhecer a derrota. Quando admito que perdi para as drogas, dou início ao processo de contrapor o prazer que destrói. É preciso muita coragem para mudar, daí precisamos tanto uns dos outros."

Fonte: www.minhavida.com.br

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