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Henrique contou como a mudança de sua vida foi lenta, mas significativa. (Foto: Reprodução/YouTube).

Ele entrou no mundo das drogas aos 13 anos. Experimentou de tudo e quando se viu preso entrou em desespero. Hoje, Luiz Henrique é diácono, mas para chegar onde está, teve de traçar uma longa caminhada. Em entrevista para o programa Noite e CIA, Henrique contou seu testemunho de como foi liberto dos vícios.

“Eu fui conhecer a droga, a maconha, o crack, a cola por vários motivos. Primeiro por não ter uma estrutura familiar. Eu morava somente com a minha mãe. Meu pai nos deixou logo cedo, quando eu tinha uns sete anos. Então, eu fui criado somente com a minha mãe, não tinha aquela estrutura familiar com mãe e pai. Por isso, parti para esse lado. Isso foi em Várzea da Palma, em Minas mesmo, próximo de Pirapora”, iniciou.

Hoje, Henrique tem 27 anos. Mas, na adolescência, ele deixou que más amizades o influenciassem. “Eu tinha alguns amigos e eu me enturmei com eles e fui conhecendo aos poucos. Eu sempre querendo conhecer algo diferente, sempre faltava algo em mim que eu queria preencher e fui preenchendo aos poucos com drogas. Quando cheguei aos 15 anos, eu já não aguentava minha mãe falando comigo. Por amor, ela pedia para mim não me envolver com esse pessoal, mas por ser adolescente, não dava ouvidos a minha mãe e resolvi sair de casa”, contou.

“Aos 13 anos eu já trabalhava, meio período eu estudava e meio período eu trabalhava. Então, eu fui adquirindo dinheiro com isso. Comecei trabalhando em um lava-jato, mas comecei a fazer pequenos furtos, que era onde eu arrumava dinheiro para poder comprar as drogas. Foram mais ou menos oito anos usando drogas. Aos 21 eu conheci uma pessoa que me perguntou se eu queria me internar, se eu aceitava ajuda e por eu já não aguentar mais essa situação e viver da forma como eu vivia, eu aceitei essa ajuda”, ressaltou.

Transformação

Henrique contou como a mudança de sua vida foi lenta, mas significativa. “Eu fiquei durante 45 dias na casa de recuperação e eu achei que estava bom, pedi para ir embora. Eu fiquei oito meses sem fazer uso de drogas, mas tive uma recaída. E essa recaída foi que me fez perder tudo o que eu tinha, tudo o que eu tinha dentro de casa. Fui ao fundo do poço mesmo. Um certo dia eu estava dentro de um barracão e fazendo uso da droga eu falei comigo mesmo que queria sair dessa vida. E falei com Deus: ‘Eu não aceito a forma como estou. Eu não quero, eu não tenho força para sair daqui. Se o Senhor puder enviar alguém para me tirar daqui eu aceito essa ajuda’”, revelou.

“Quando eu saí de lá e cheguei na rua, encontrei meu irmão, minha mãe e uma prima distante que veio me oferecer ajuda. Eu aceitei novamente. E foi ai quando eu tive meu segundo internamento e lá eu conheci a minha esposa que foi levar o primo dela para fazer um tratamento”, pontuou.

“Hoje, minha vida é totalmente diferente. No meu primeiro ano, assim que eu saí da casa de recuperação foi muito difícil. Tive uma nova recaída e foi aí que quando ela me recebeu de braços abertos e que foi diferente de todas as outras vezes, eu vi que tinha um apoio, pois ela não me criticou e nem me julgou. Foi aí que eu vi o verdadeiro amor. Eu disse: ‘Não aceito mais isso na minha vida e preciso dar valor a essa esposa, a quem me ama de verdade’”.

Com informações de guiame.com.br

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