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Drogas

Resultado de imagem para “Se houver quem os ame, poderão largar os vícios”, diz ex-dependente químico que se tornou pastor

A dependência química é um dos problemas mais difíceis de lidar em nossos dias, considerado uma urgência da saúde pública em todo o mundo. Apesar dos inúmeros estudos sobre o tema, muitos focando nos aspectos biológicos do vício em drogas, continua sendo difícil compreender os motivos pelos quais uma pessoa se torna dependente de substâncias como a maconha, cocaína e o crack.

Carine Wallauer/ UOL

"Meu nome é Marcelo Eduardo Teixeira, tenho 50 anos, estou em recuperação do uso de drogas há 17 anos, 1 mês e 21 dias. Fui viciado durante 20 anos. Hoje, sou pai de filhos lindos e atravessei o Canal da Mancha nadando, da Inglaterra à França". Marcelo se apresenta assim, transparente, sem esconder que tomou muito caldo da vida, mas que soube dominar o mar e vencer.

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Meu nome é Romer de Freitas, membro da Igreja Universal de Águas Bonitas (GO); tenho 42 anos. Gostaria de relatar um pouco de minha experiência com o vício e o mundo do crime e falar também como consegui vencer.

Nasci em Belo Horizonte (MG) e comecei a usar drogas com 14 anos de idade. A primeira foi a maconha; usei por curiosidade. No começo, ela era boa, mas, com o passar do tempo, senti o desejo por algo mais forte, então comecei a cheirar cocaína. Para ter um efeito mais rápido, passei a injetá-la no sangue. Usava e traficava. Usei também haxixe, ecstasy, e no início do surgimento do crack, cheguei a usá-lo também.

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Eu fumei, pelo menos, um maço de cigarros por dia durante 20 anos seguidos. Isso equivale a, aproximadamente, 1.500.000 (um milhão e meio) de cigarros. Posso dizer que gastei bastante dinheiro danificando minha saúde. Eu era escravo do vício de fumar.

As campanhas de conscientização sobre os males causados pelo fumo e os pedidos de meus familiares não me convenciam a parar de fumar. Embora eu tivesse consciência de que estava fazendo um mal terrível a minha saúde, eu não conseguia parar de fumar e sentia falta só de pensar em ficar sem cigarros. Eu era escravo do cigarro.

Leonardo Matos

Nascer em um lar cristão nem sempre livra os jovens de vivenciar as piores e inimagináveis experiências que o mundo pode proporcionar.

E mesmo não tendo o perfil usualmente imaginado do que venha ser um viciado, o então adolescente de 13 anos Leonardo Matos, entrou de cabeça no mundo das drogas, tornando-se escravo dos mais terríveis vícios que jovens e até adultos estão propensos a enfrentar. O agora pastor formado em teologia contou ao programa Prova Viva, da Rede Super de Televisão toda a sua história de viciado, dos 13 aos 18 anos, até a sua conversão.

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